Portfólios

Viviane Pitaya começou a cantar com seis anos na escola e na igreja. Aos quinze, se
enveredou no teatro e na dança, atuando em espetáculos, na Bahia, em outros estados. Em 2012, morou 2 anos na Irlanda. Além de aprender inglês, viajava e performava em espaços culturais.

Regressou ao Brasil, formou-se em Fisioterapia, mas as situações vividas em suas viagens e sua
paixão pela arte a inspirou compor suas próprias canções. Em 2018, a artista ganhou em primeiro lugar, o prêmio de melhor ideia empreendedora, pelo seu projeto de músicas autorais no Programa Mestre Projetista. E, desde então, vem ampliando seu repertório autoral e se apresentando na sua cidade natal, Salvador - Bahia. A artista lançou em 2019 seu primeiro clipe Andando Sozinha e o single Chá de Camomila.

Suas canções abordam vivências do cotidiano, questões sociais, liberdade da mulher e o amor de forma leve e sarcástica.Tudo isso banhado de ritmos como mangue beat, jazz, reggae e funk soul. Suas referências são Elza Soares, Sheron Jones e Vanessa da Mata.

Atualmente Viviane está desenvolvendo seu Projeto Frequências Preciosas que visa difundir
a arte de cantoras-compositoras negras e afro-ameríndias da cena independente nacional, assim como está em processo de produção do seu novo single Solução.

Leandro Souza, 29 anos, roteirista em formação e produtor cultural formado pela UFBA. Possui no currículo diversos trabalhos de produção na área de teatro e artes visuais, além de ter atuado também como educador em duas turmas de formação de jovens comunicadores e agentes culturais.

Vika Mennezes é Atriz - DRT 10204 - desde a infância, onde reconheceu na atuação seu caminho e destino. Há mais de uma década integra os elencos de espetáculos de teatro e dança, além de filmes, clipes, campanhas e locuções. Atualmente está em cartaz com o solo teatral "Mukunã: do fio a raiz" onde uma mulher se confronta com a ancestralidade a partir do seu cabelo e vai do fio à raiz. É membra fundadora do Coletivo Salva de audiovisual onde experimenta as inúmeras facetas da produção cinematográfica com destaque para atuação, direção e preparação de elenco. A artista possui uma trajetória de intervenção artístico- social, onde através de projetos relacionados à arte-educação vem contribuindo para a transformação social a partir do fomento ao protagonismo negro e feminino.

Produtora cultural formada pela Faculdade de Comunicação da UFBA. Experiência com projetos sociais e ações de marketing de responsabilidade social. Experiência com produção de reuniões, treinamentos, cursos e palestras. Experiência em produção executiva de shows, peças teatrais e eventos em geral. Prática profissional no planejamento, elaboração e execução de projetos e produtos de cunho cultural. Experiência com Assessoria de Comunicação. Conhecimento em rotinas administrativas básicas e atendimento ao cliente.

“Naiara fez curso de canto na Escola da Canto Popular Ana Paula Albuquerque, fez aula de teclado no curso “O pulo do gato”, ministrado pelo pianista Jelber Oliveira, aulas particular de teoria muscial com Ângela Veloso e técnica vocal com Daniel Santana, cursou 1 semestre de teatro no Barracão das Artes com o mestre em teatro Fabio Viana. Além da experiência de 10 cantando em bares de Salvador, já se apresentou como convidada de Duca Vasconcellos em 2015 no Prêmio Caymmi, realizou shows no Anfiteatro e Teatro do Sesc do Pelourinho, no Teatro Sesi do Rio Vermelho, no Teatro Solar Boa Vista, fez participação no Centro de Artes A Boca com Portela Açucar, foi convidada pela OAB/BA para cantar no evento da Comissão da Mulher Advogada no Teatro Café Rubi e no Haus Café, realizou em 2018 a 1ª temporada de boleros e finalizou no show de Gerônimo na Praça Pedro Arcanjo, onde foi convida junto com a Banda Eva, e no mês de maio de 2019 lançou a 2ª temporada de boleros em homenagem ao mês das mães finalizando no dia 31 de maio do Pelourinho. Em janeiro de 2020 lançou seu primeiro EP autoral, intitulado “Maramando”, produzido pelo instrumentista Jordi Amorim, que está disponível em todas as plataformas digitais. ”

Nascida e criada em Salvador-BA, Monni Ferreira, também conhecida como Moniquinha da Bahia, entrou para o mundo da dança com 10 anos de idade e durante toda a sua trajetória nesta arte teve a oportunidade de vivenciar diferentes estilos de dança, como: árabes, contemporâneo, afro, moderna, street dance, brasileiras, flamenco, indiana, ballet, entre outras. Em 2011, já morando em São Paulo-SP, iniciou os estudos nos estilos conhecidos como Tribal Fusion e ATS® (American Tribal Style), passando a se dedicar ao aprofundamento técnico destas danças através de práticas e pesquisas. Formada no Curso Técnico em Dança pelo Shiva Nataraj (SP), Monni hoje atua como bailarina, professora e coreógrafa de Dança do Ventre e Tribal Fusion. Desde 2017 vem desenvolvendo um trabalho de fusão com as danças afro-brasileiras através dos arquétipos dos Orixás.

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